O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou nesta quarta-feira (12) os mecanismos de segurança e fiscalização do sistema eletrônico de votação.
Aproximando-se das eleições de 2026, o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, explicou que o processo de votação e totalização dos resultados é descentralizado e público, permitindo a verificação dos dados produzidos em cada seção eleitoral.
Valente destacou que os arquivos com os resultados são retirados da urna e transmitidos por canais criptografados. Antes de serem incorporados à totalização, passam por verificações que confirmam se foram gerados pela urna eletrônica destinada àquela seção e se possuem a assinatura digital correspondente.
Ele também ressaltou a importância da biometria como uma das camadas de segurança do processo eleitoral, garantindo que apenas o eleitor identificado possa liberar a urna para votar.
Caso haja questionamentos sobre os resultados, as urnas e os registros digitais dos votos permanecem preservados e lacrados após a eleição para permitir auditorias.

