Troy Jackson, candidato democrata ao Senado de Maine, enfrenta escrutínio após o reaparecimento de um registro policial de 1988. O documento detalha acusações de que ele agrediu um homem e empurrou a parceira durante uma discussão noturna em Fort Kent.
Jackson, ex-presidente do Senado estadual, foi escolhido pelos democratas de Maine para substituir Graham Platner. Platner havia perdido a disputa da nominada democrata em junho, após alegações de estupro que ele negou.
O relatório policial, divulgado pelo jornal local, aponta que o então jovem Jackson, de dezenove anos, invadiu uma residência por volta das duas da manhã. A ocorrência registrou que ele chutou a porta e agrediu o morador, causando um corte no rosto do homem.
Jackson declarou em nota que assumiu responsabilidade pelo confronto ocorrido há quase quarenta anos. Ele afirmou que nunca agrediu sua parceira, Lana Pelletier, e que o incidente não reflete quem ele é hoje. Pelletier, por sua vez, negou as declarações que lhe foram atribuídas no registro antigo.
O Partido Republicano acusou Jackson de ser uma versão mais violenta de Platner. Enquanto isso, Jackson defende seu histórico, alegando que o escrutínio faz parte de uma campanha de difamação por parte da senadora Susan Collins.


