O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, criticou um grupo de colonos judeus extremistas na Cisjordânia por atacar uma residência de um americano de origem palestina. As Forças de Defesa de Israel removeram os invasores e prenderam um indivíduo no incidente.
O episódio ocorreu em Qusra, na Cisjordânia norte, onde colonos cercaram três residências por vários dias. A casa de Loui Ridi, um americano de origem palestina, foi uma das afetadas. Huckabee afirmou, em publicação na rede social X, que as ações dos invasores eram criminosas e que o governo americano mantinha o Departamento de Defesa de Washington informado sobre a situação.
Uma autoridade sênior do gabinete do primeiro-ministro israelense declarou que Israel não aceita atos de violência de delinquentes juvenis. Segundo o oficial, o Exército enviou um batalhão adicional para Judeia e Samaria para conter a violência. O mesmo gestor apontou que, no primeiro trimestre de 2026, foram abertas mais de 350 investigações, resultando em 35 prisões.
Líderes de movimentos de assentamento condenaram os atos. O chefe do Conselho de Yesha disse que não há justificativa para violência contra pessoas não envolvidas. Por sua vez, a Agência de Notícias e Informação Palestina relatou que o Ministério das Relações Exteriores da Autoridade Palestina condenou a escalada do terrorismo colonial israelense.


