Grupos defensores de direitos de armas comemoram uma decisão judicial que facilita a obtenção de supressores e certas armas nos Estados Unidos. O deputado Andrew Clyde, que fundou a Clyde Armory na Geórgia, classificou o avanço como a maior restauração dos direitos da Segunda Emenda em quase um século.
O deputado Clyde defendeu que o obstáculo regulatório era inadequado, pois impunha tributo a um direito constitucional. Segundo ele, a taxação de um direito permite sua destruição pelo custo, o que mina o direito em teoria. A medida removeu a taxação de um direito constitucional em um projeto de lei aprovado em mil novecentos e trinta e quatro.
A lei de noventa e dois anos previa um imposto de duzentos dólares sobre silenciadores, fuzis de cano curto e espingardas de cano curto, além de exigir registro federal. Republicanos reduziram esse valor a zero em um projeto, o que permitiu que grupos pró-armas argumentassem judicialmente que o registro adicional era inconstitucional.
Apesar de a decisão não ser uma injunção nacional, ela afeta as partes que entraram com a ação. O governo federal não recorreu da sentença do juiz, o que permite que a ordem entre em vigor sem interrupções. O deputado Clyde liderou uma carta com quarenta e sete legisladores republicanos pedindo ao Procurador-Geral que não apelasse.
Organizações de prevenção à violência armada criticaram a inação do governo. Kris Brown, presidente da Brady: United Against Gun Violence, afirmou que, à meia-noite, armas letais foram desregulamentadas pela primeira vez em quase cem anos.


