Princesas de famílias reais europeias, como Elizabeth, Catharina-Amalia e Ingrid Alexandra, representam uma nova tendência. Elas estudam e se preparam para papéis públicos, refletindo mudanças na atuação da realeza.
A adoção da primogenitura absoluta em diversos países escandinavos permitiu que filhas reais não precisem ceder o direito ao trono a irmãos mais novos. A Suécia foi pioneira no estabelecimento de regras de sucessão neutras em termos de gênero em mil novecentos e oitenta.
As princesas da Geração Z demonstram preparo para um papel mais ativo. Espera-se que sejam mais abertas ao trabalho com a mídia, socialmente engajadas e próximas de questões contemporâneas, como a igualdade de gênero e as mudanças climáticas.
No caso da Espanha, a herdeira Leonor de Todos los Santos de Borbón Ortiz, de vinte anos, concluiu treinamento militar em diversas academias. Ela iniciará em setembro de dois mil vinte e seis um curso de ciência política na Universidade de Charles III, em Madri.
Elisabeth Theresia Maria Helena, sucessora belga, formou-se em política e história em Oxford e concluiu um mestrado em política pública em Harvard. Ela tem apoiado os direitos da comunidade LGBTQ+ e planeja uma viagem transatlântica antes de assumir suas funções.


