Mais de 31 mil pessoas, incluindo parlamentares, assinaram uma petição pedindo ao primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, que inicie uma investigação pública. O pedido refere-se ao suposto assédio da mídia contra o acadêmico falecido, que era professor na Universidade de Cambridge.
O grupo ativista Good Law Project lançou a campanha após o falecimento do acadêmico, que havia se tornado o professor negro mais jovem da história da instituição três anos antes. O corpo do grupo afirmou que a morte foi resultado direto do assédio da imprensa e que o racismo esteve no cerne do caso.
O professor havia renunciado ao cargo na universidade e ao posto no Jesus College no início do mês, após investigações internas sobre alegações de plágio e exagero em sua trajetória. Familiares e amigos relataram uma campanha constante de abusos desde a nomeação em 2023.
As acusações contra o acadêmico, de 41 anos, ganharam grande cobertura na imprensa britânica. A controvérsia começou depois que outro acadêmico, demitido em 2024, alegou ter encontrado casos de plágio em seu trabalho. Comentadores de direita aproveitaram o tema para questionar o benefício do professor em políticas de diversidade.


