Os contratos de mini-índice (WINV26) encerraram a última sessão, no dia 14 de agosto, em queda de 0,47%, atingindo 169.975 pontos. O Ibovespa também recuou 0,10%, acumulando perda de 3,23% na semana. A pressão no mercado veio da saída de investidores estrangeiros e da alta dos juros futuros.
A Bolsa permaneceu sob pressão devido ao fluxo estrangeiro e à repercussão de balanços corporativos. No cenário internacional, Wall Street teve queda após vendas no varejo dos Estados Unidos ficarem abaixo do esperado, enquanto o petróleo avançou devido às tensões envolvendo o Irã.
Análises técnicas indicam que, apesar do movimento de baixa, o mini-índice encerrou o gráfico de 15 minutos acima das médias móveis de nove e vinte e um períodos, sinalizando que compradores recuperaram terreno. Contudo, a continuidade da queda exige a quebra do suporte em 169.755 ou 168.865 pontos.
Em gráficos de maior tempo, como o diário, o índice permanece abaixo das médias móveis, o que mantém o cenário técnico cauteloso. Entretanto, a formação de um padrão de martelo pode favorecer um repique comprador, embora esse sinal necessite de confirmação em sessões futuras.
Para avançar em alta, o contrato precisará superar resistências em 171.240 pontos e 174.090 pontos. Caso a baixa continue, o suporte em 167.975 ou 165.250 pontos define a próxima etapa do movimento.


