Uma funcionária de uma congressista progressista foi criticada por minimizar o assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson. O crime ocorreu em Manhattan, no dia quatro de dezembro de dois mil e vinte e quatro, segundo o réu Luigi Mangione, que se declarou culpado por perseguição e cyberstalking.
Briana Rose Lee afirmou na plataforma X que o diretor de operações da congressista não demonstrou a seriedade do assassinato. Mangione declarou ao tribunal durante os procedimentos da semana passada que disparou contra Thompson na manhã de quatro de dezembro de dois mil e vinte e quatro, declarando saber o que fazia.
O executivo, morador de Minnesota, estava em Nova York a negócios na época do ocorrido. A postagem de Lee gerou reação na internet, com usuários criticando o apoio da funcionária a quem foi considerado um assassino.
Outros ativistas políticos também criticaram a minimização dos fatos por parte de Lee. Uma comentarista apontou que discutir Luigi como ‘assassino’ sem mencionar as dezenas de milhares de mortes atribuídas a Brian Thompson configuraria consentimento para genocídio corporativo.
Em resposta, o representante Ritchie Torres, do estado de Nova York, afirmou que Mangione é um assassino friamente calculado que deve permanecer preso. A funcionária Gray respondeu a Torres chamando-o de covarde sionista.


