O julgamento estadual de um homem pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcare, ocorrido em Nova York, foi suspenso. A Justiça de Nova York deve decidir se ele pode ser julgado por homicídio após se declarar culpado em processo federal por crimes ligados à mesma morte.
A seleção do júri, prevista para oito de setembro, foi adiada. O juiz Gregory Carro marcou a próxima audiência para dez de dezembro, sem fixar nova data para o início do julgamento. A Promotoria de Manhattan tem até nove de outubro para responder ao pedido da defesa, que pleiteia o arquivamento do processo estadual.
A mudança ocorreu após o homem, de vinte e oito anos, comparecer à Justiça Federal em quatorze de agosto. Ele confessou duas acusações federais de perseguição, admitindo ter pesquisado o executivo e atirado contra ele em Manhattan, no dia quatro de dezembro de dois mil e vinte e quatro.
A defesa argumenta que levar o indivíduo a julgamento novamente violaria as regras de Nova York contra a dupla persecução penal. Contudo, a Promotoria de Manhattan discorda e pretende seguir com o processo estadual, pois ele ainda nega as acusações de homicídio em segundo grau.
Na esfera federal, o homem aguarda a sentença, marcada para dezoito de dezembro. Os promotores federais disseram que buscarão a pena de prisão perpétua, enquanto a decisão do juiz Carro definirá se o Estado de Nova York pode prosseguir com o caso.


