O ex-governador de Minas Gerais afirmou que os programas sociais criam uma geração que se recusa a trabalhar e prefere trabalhos informais. Ele disse que esses trabalhos não qualificam os profissionais.
Zema utiliza o termo “geração de imprestáveis” em diversas ocasiões neste ano. Ele fez declarações semelhantes em três momentos: em três de maio, durante entrevista em programa de televisão; em vinte e dois de junho, em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília; e em oito de julho, na Agenda dos Presidenciáveis, organizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O ex-governador defende que os beneficiários dos programas sociais sejam obrigados a aceitar empregos. Essa ideia consta no plano de governo do candidato do Novo. O documento propõe uma “porta de saída estruturada” para conectar beneficiários a oportunidades de capacitação e trabalho, visando superar a pobreza.
A proposta também inclui a criação do programa Casas da Cidadania. Esse programa oferece a famílias vulneráveis um plano individualizado de capacitação profissional, com acesso a moradia e emprego. Zema repete a crítica sobre a falta de qualificação em trabalhos informais, segundo ele.


