Tim Sloan, em declaração, aponta que, vinte anos após o massacre em Virginia Tech em 2007, a segurança estudantil exige ações contínuas de líderes e legisladores. Ele afirma que a esperança não substitui políticas públicas eficazes para proteger os jovens.
Sloan relembrou o ano de dois mil e sete, quando sua filha foi uma das trinta e duas pessoas mortas no campus. Desde então, a violência em massa se tornou uma preocupação recorrente no país. Apesar dos avanços no reconhecimento de sinais de alerta e protocolos de saúde mental, o autor diz que saber o que funciona é diferente de aplicar consistentemente.
Ele sugere que as instituições de ensino superior devem usar o programa 32NCSI, uma ferramenta criada em memória das vítimas. Este sistema oferece um método para avaliar vulnerabilidades em áreas como segurança física e comunicação de emergência. Além disso, a prevenção deve começar antes da chegada do estudante, em escolas primárias e secundárias, com programas baseados em evidências.
O autor também mencionou a necessidade de reestruturar a infraestrutura nacional de segurança universitária. O Centro Nacional de Segurança Pública Universitária, que foi estabelecido em 2013, perdeu suporte federal após o esgotamento de fundos. Ele cobra que a crença na segurança dos estudantes seja uma questão de política, e não apenas de fé.


