Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cartório barra registro de dívida por indícios de violência patrimonial
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Cartório barra registro de dívida por indícios de violência patrimonial

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de agosto de 2026 15:55
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O Cartório de Registro de Imóveis de Bela Vista de Goiás recusou o registro de uma confissão de dívida no valor de R$ 1,125 milhão nesta quinta-feira (20/08). O débito era garantido por hipoteca em imóvel de uma mulher que alegou ter assinado o documento sob pressão e agressões.

A serventia encaminhou os documentos à Justiça após identificar indícios de violência patrimonial. A situação foi levada ao 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Goiânia, onde a juíza Aline Freitas da Silva Ponciano analisou os papéis.

A magistrada ampliou as medidas protetivas existentes. A decisão proíbe o homem de comprometer bens da mulher ou assumir obrigações em nome dela. A ordem judicial também impede o acesso a documentos, dados bancários e informações patrimoniais da vítima para tais fins.

Segundo os autos, a obrigação estava ligada à compra de gado. O homem declarou que as aquisições de 2026 eram de sua responsabilidade, mas guias e notas fiscais foram emitidas em nome da mulher, o que levou à avaliação de risco patrimonial.

A conduta do cartório segue as diretrizes do programa O Nome É Dela, iniciativa do Tribunal de Justiça de Goiás. O programa orienta serviços extrajudiciais a recusar atos sem segurança jurídica diante de sinais de coação.

TAGGED:cartoriodireitoDívidaGoiásMulherviolência patrimonial
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Tempestade solar pode provocar auroras no norte dos Estados Unidos e Europa
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?