McKenna West, mãe substituta e enfermeira cardíaca do Alasca, contesta a separação do recém-nascido após ele passar por cirurgia cardíaca. West afirma que o bebê foi retirado de suas mãos apenas sessenta segundos após o parto, em meio a uma disputa de guarda.
West, que carregou a criança, declarou na quinta-feira que segue lutando pelo bebê. Ela escreveu em um artigo de opinião que não pôde segurar o menino, que ela protegeu durante a gestação. Segundo ela, o único momento em que viu o bebê foi em um período muito curto de sessenta segundos, enquanto o cordão umbilical ainda estava ligado.
West concordou no ano passado em ser substituta para Omar Ahmed e Nausheen Gilkar, os pais pretendidos da criança. Segundo relatos, Ahmed e Gilkar pediram o aborto após o diagnóstico de síndrome do coração esquerdo hipoplásico (HLHS) por volta da vinte semana. West recusou o pedido e deu à luz no Texas.
O advogado de Ahmed e Gilkar, Lee Budner, contestou partes da versão de West. Ele afirmou que os pais consentiram com a cirurgia assim que os médicos determinaram a elegibilidade do bebê. A cirurgia, que foi o primeiro de três procedimentos para HLHS, ocorreu no dia dezessete de agosto.
Budner acusou West de buscar a guarda em desacordo com ordens judiciais de Alasca e Califórnia. A família dos pais pretendidos foca na saúde da criança, cujo estado médico, segundo Budner, permanece crítico e complexo. West, por sua vez, disse que sua luta visa garantir o tratamento contínuo necessário ao bebê.

