Uma mulher de 69 anos, que completou quimioterapia em meados de 2022, tentou migrar do Medicare Advantage para o Medicare Original com uma apólice Medigap. A seguradora solicitou um período de cinco anos sem tratamento, e não quatro, negando a aplicação.
A legislação federal prevê um período de inscrição protegido para novos beneficiários do Medicare, que dura seis meses e começa quando a pessoa atinge 65 anos e se inscreve na Parte B. Nesse período, a seguradora não pode recusar o pedido ou cobrar mais devido a problemas de saúde.
Após esse prazo, a maioria dos estados permite a subscrição médica, momento em que o histórico de saúde é analisado. Diferentes operadoras podem verificar períodos de dois, três ou cinco anos desde o tratamento de câncer, doença cardíaca ou diabetes.
A mudança do Medicare Advantage para o Original Medicare é mais complexa do que o inverso. Um candidato pode sair de um plano Advantage sem responder a perguntas de saúde, mas retornar ao Medicare Original não garante acesso ao Medigap fora da janela protegida.
A recusa do Medigap expõe o paciente ao custo do Medicare Original, que não possui um limite máximo de desembolso anual, diferentemente do que a apólice suplementar oferece. Especialistas alertam que a aprovação do Medigap deve ocorrer antes da saída do plano Advantage.

