Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram métodos para extrair isoflavonas do farelo de soja. A tecnologia permite aumentar a biodisponibilidade do composto sem usar solventes tóxicos, beneficiando setores como alimentos e cosméticos.
O estudo também focou em valorizar um subproduto do cacau. As cascas da amêndoa, que geralmente são descartadas, foram objeto de análise por possuírem alto potencial de aproveitamento. Isso representa um avanço para as práticas sustentáveis do agronegócio.
A busca por inovações no campo visa aprimorar a produtividade agrícola e reduzir os impactos ambientais. A pesquisa da Unicamp demonstra um caminho para o uso eficiente de resíduos agroindustriais.

