Os aeroportos e companhias aéreas dos Estados Unidos adotam sistemas de tecnologia biométrica e check-in remoto para aliviar pontos de congestionamento na triagem de passageiros e bagagem. As iniciativas visam aumentar a eficiência do fluxo de viajantes, embora ainda estejam limitadas em sua abrangência.
A busca por inovação no setor de transporte aéreo é defendida por especialistas. Laura Albert, professora de engenharia da Universidade de Wisconsin-Madison, afirma que os métodos atuais são tradicionais e demandam muito trabalho. Um programa chamado Gold+ permite que aeroportos escolham um modelo de triagem particular, dispensando o uso de agentes da Administração de Segurança nos Transportes (TSA).
Existem diversas estratégias em vigor. Em Boston, passageiros de voos da Delta Air Lines ou JetBlue Airways podem passar pela segurança em um terminal remoto a 37 km de distância, mediante pagamento de US$ 9. Em Chicago, a United Airlines oferece a entrega antecipada de bagagem para voos antes das dez horas, permitindo que os viajantes despachem malas na véspera.
Para conexões internacionais, alguns programas facilitam o trânsito. O One Stop Security, usado pela Delta, permite que passageiros com conexão doméstica no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta pulem a inspeção da TSA, com a bagagem sendo transferida automaticamente. O International Remote Baggage Screening foca na inspeção remota das malas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras.
Outra ferramenta é o programa TSA Touchless ID, que usa reconhecimento facial para acessar uma fila exclusiva em 65 aeroportos. Jessica Turner, porta-voz da CBP, declarou que o Processamento Melhorado de Passageiros reduziu o tempo de espera em uma média de 25% em mais de trinta aeroportos.


