O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, visitou Buenaventura e Chocó, cidades afetadas por um terremoto de magnitude 7,4, ocorrido uma semana antes. Durante a visita, ele arremessou bolas de futebol para as vítimas, gerando críticas sobre sua conduta.
O chefe de governo, descrito como ultranacionalista, foi criticado por ações consideradas erráticas. Ele realizou o gesto de arremessar bolas com o logotipo de seu partido para os atingidos, em um momento após o abalo sísmico. As críticas apontam que a realidade do desastre é mais complexa do que a representação em mídias sociais.
Além do episódio na Colômbia, o líder também recebeu críticas por recusar ofertas de países não alinhados à sua agenda ideológica, como o México. Ele esperou equipes de resgate de nações amigas, mesmo quando o resgate de sobreviventes já não era possível.
A situação de governantes na América do Sul é comparada a um padrão regional. Na Argentina, por exemplo, o risco-país, calculado pelo JPMorgan, ultrapassou 500 pontos nesta semana. A escalada reflete as reservas internacionais e as restrições aos fluxos de capitais.
O presidente colombiano e outros líderes sul-americanos são vistos, segundo a análise, como figuras que distraem enquanto os problemas estruturais do continente persistem.


