Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Escassez de mão de obra leva agro a antecipar mecanização
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Escassez de mão de obra leva agro a antecipar mecanização

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de agosto de 2026 13:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A falta de mão de obra qualificada tornou-se o principal gargalo operacional do agronegócio brasileiro, segundo pesquisa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Cepea/Esalq/USP. O estudo revela que 44,5% dos produtores consideram a disponibilidade de trabalhadores o maior problema atual do setor.

A dificuldade de contratação atinge 94,8% das propriedades rurais do País, resultando em quadros de funcionários insuficientes para 84,3% dos produtores. O impacto na produção é sentido por 88,3% dos empregadores, manifestando-se em atrasos nas operações (48,7%), desistência de planos de expansão (48%) e redução direta da produção (42%).

Para mitigar a crise, 42,6% dos produtores anteciparam a automação ou mecanização de seus processos. Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA, explicou que esse movimento é uma resposta direta à escassez de pessoal, e não a causa do problema. Nos últimos 30 anos, a produtividade do trabalho na agropecuária subiu 515%, superando os 28% de crescimento da economia geral.

A redução da oferta está ligada à urbanização e ao maior nível de instrução. Entre 2012 e 2025, o número de trabalhadores rurais com ensino médio completo cresceu 114%, enquanto os com ensino superior subiram 155%. Para atrair profissionais, os salários do agro cresceram 35% entre 2021 e 2025, ritmo superior aos 24,8% registrados em outros setores.

O levantamento aponta a influência de auxílios sociais na contratação. Cerca de 83% dos produtores sentem efeitos de programas como o Bolsa Família, e 63,2% relataram recusas de vagas formais por medo de perda do benefício. Pesquisadores do Insper sugerem a criação de regras de transição gradual para evitar a migração para a informalidade.

Em Goiás, o setor emprega 1.108.215 pessoas, o que representa 28,6% dos ocupados no estado, conforme dados do Instituto Mauro Borges (IMB) do quarto trimestre de 2025. O segmento de serviços concentra 40,6% das vagas, seguido pelo primário, com 23,6%. Na soja, houve queda de 43% nos postos de trabalho no último ano devido a problemas climáticos.

A formalização do trabalho em Goiás cresceu, com o número de empregos formais subindo de 579,5 mil para 619,4 mil entre 2024 e 2025. O estado registrou também aumento na participação feminina, que agora ocupa 36,4% das vagas, totalizando 403,1 mil mulheres no setor.

TAGGED:agriculturaAgronegócioGoiásmão-de-obramecanizacaoMercado de Trabalho
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Grupos organizam protestos contra visita de Donald Trump à Irlanda
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?