As convenções partidárias e anúncios de legendas apontam 17 nomes na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. O quadro ainda não é definitivo, pois os partidos têm até as 19h do dia 15 de agosto para apresentar os pedidos de registro à Justiça Eleitoral.
Até a terça-feira (11), a base do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já registrava cinco candidaturas: Carlos Jordy, Carlos Portinho, Hélio Secco, Mônica Benício e Paula Falcão. Os dois candidatos mais votados no estado serão eleitos para mandatos de oito anos, cada um acompanhado por dois suplentes.
Entre os nomes anunciados estão Marcelo Crivella (100) e Waguinho (101), ambos pelo Republicanos, além de Benedita da Silva (131), do PT, que já foi governadora do estado. Pelo PL, concorrem Carlos Jordy (221) e Carlos Portinho (222), este último tentando a reeleição no cargo que ocupa desde 2020.
A disputa conta ainda com Mônica Benício (500), do PSOL, e Pedro Paulo (555), do PSD. Outras legendas lançaram nomes como Luciano Mattos (280), do PRTB, ex-procurador-geral de Justiça do Rio, e Hélio Secco (144), do Missão, empresário de 37 anos que nunca exerceu cargo eletivo.
O partido Unidade Popular (UP) concorre com dois nomes, Michelly Xavier (800) e Vinícius Benevides (808), enquanto o Democrata lança o Coronel Ribeiro Afonso (350) e Ó Clemente (353). Completam a lista Paula Falcão (160), do PSTU, Marcos Dias (200), do Podemos, e Luiz Eugênio Honorato (290), do PCO.
Diferente das candidaturas ao governo, os postulantes ao Senado utilizam números de três dígitos, compostos pelo código da legenda seguido de mais um algarismo. A relação final de candidatos poderá sofrer alterações até o encerramento do prazo de registro.

