Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Governo busca aval para congelar mais recursos a partir de 2027
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Governo busca aval para congelar mais recursos a partir de 2027

Carla Fernandes
Última atualização: 29 de agosto de 2026 19:05
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva estuda adotar novos instrumentos jurídicos ou aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para ampliar a capacidade de congelar gastos. O objetivo é buscar o centro da meta de resultado primário a partir de 2027, sinalizando maior rigor fiscal para conter a trajetória da dívida pública.

Para viabilizar a medida, a equipe econômica analisa a adoção de uma nova interpretação jurídica da legislação orçamentária ou a realização de uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU). Outra alternativa seria a aprovação de uma PEC após as eleições para revogar dispositivos do Orçamento impositivo, que atualmente obriga a execução de quase todas as despesas, limitando o contingenciamento.

Os ministros Dario Durigan, da Fazenda, e Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento, afirmaram que o governo buscará o centro da meta em 2027, caso Lula seja reeleito. O alvo é um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Moretti antecipou que o resultado efetivo deve ficar entre R$ 18 bilhões e R$ 20 bilhões.

Atualmente, a margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB tem sido usada para evitar cortes mais profundos. No ano passado, embora o alvo fosse déficit zero, o saldo fechou negativo em R$ 61,7 bilhões. A gestão acredita que um esforço fiscal maior pode abrir caminho para a queda da taxa Selic, reduzindo o custo da dívida pública.

A dívida pública saltou de 71,7% do PIB em dezembro de 2022 para 81,9% em junho deste ano. Para enfrentar esse cenário, Durigan e Moretti defendem a expansão da base contingenciável, que engloba despesas discricionárias como custeio e investimentos.

Moretti informou que as despesas discricionárias crescerão cerca de 20% em relação a este ano, um aumento de quase R$ 40 bilhões. Segundo o ministro, esse crescimento dará mais conforto para o governo adotar medidas rígidas e entregar contas no azul em 2027.

TAGGED:ajuste fiscaldívida públicaEconomia Brasileiraorcamento-impositivoresultado-primario
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Venezuela e Estados Unidos fecham acordo para explorar petróleo
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?