O Senado celebra, neste ano de 2026, o bicentenário de sua participação ativa em negociações diplomáticas. A atuação, iniciada logo após a independência do país por meio de uma medida considerada ousada para o Parlamento da época, estabeleceu a tendência de envolvimento legislativo em questões internacionais.
A Casa inaugurou a prática de interferir em acordos e tratativas externas em um período de formação do Estado. A iniciativa abriu caminho para que o Legislativo passasse a acompanhar e influenciar a condução da política externa brasileira.
Atualmente, essa função está consolidada dentro da estrutura do Senado. A coordenação das atividades diplomáticas e o acompanhamento de temas globais são exercidos prioritariamente por um órgão específico da Casa.
A Comissão de Relações Exteriores (CRE) é a unidade responsável por processar as demandas e exercer a função de representação e análise de questões internacionais no Senado. O órgão mantém a tradição iniciada há 200 anos.

