O BTG Pactual obteve o melhor desempenho nas projeções de curto prazo para indicadores fiscais do governo central entre fevereiro e julho de 2026. O banco registrou erro médio de 1,04% na arrecadação de receitas federais e de 1,03% na receita líquida, conforme levantamento do Prisma Fiscal divulgado nesta quinta-feira (3) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
O ranking utiliza o erro absoluto médio para medir a precisão das estimativas das instituições participantes. Na arrecadação das receitas federais, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) ficou em segundo lugar, com erro de 1,53%, seguida por BWGI (1,88%), Banco Pine (2,02%) e Bahia AM (2,08%). A média das demais instituições foi de 9,28%.
Para a receita líquida do governo central, o BTG foi seguido por Tendências Consultoria Integrada (1,13%), Vitor Vidal Consulting (1,33%), Banco Santander Brasil (1,51%) e Banco Safra (1,63%). O erro médio dos demais participantes nesse indicador chegou a 4,83%.
Em outras categorias, a 4Intelligence liderou a projeção da despesa total do governo central, com erro de 4,17%, enquanto o Banco Daycoval teve a maior precisão no resultado primário, com erro médio de R$ 10,95 bilhões. A Caixa Asset registrou o menor erro no resultado nominal, com 15,13%.
Nos indicadores econômicos, a Petros teve o menor erro na projeção do INPC, com 45,13%. No mercado de trabalho, Mapfre Investimentos e Caixa empataram na projeção da população ocupada, com erro de 0,12%, e a Caixa Asset liderou a estimativa da taxa de desemprego, com erro de 0,56%.
Os dados indicam um desempenho desigual entre as participantes. Em vários indicadores, os cinco primeiros colocados apresentaram resultados significativamente superiores à média das demais instituições consultadas.


