Neurologistas alertam que a ingestão frequente de alimentos ultraprocessados, como barras de cereais, iogurtes saborizados e smoothies, pode prejudicar a saúde do cérebro. Segundo os especialistas, esses produtos costumam apresentar altas quantidades de açúcar, sódio e adoçantes artificiais, mesmo quando as embalagens destacam características consideradas saudáveis.
A análise dos rótulos e da tabela nutricional é apontada como a maneira mais eficaz de verificar a qualidade do produto. A apuração indica que itens apresentados como opções equilibradas podem ter composições desfavoráveis ao consumo regular, exigindo atenção redobrada aos ingredientes.
A classificação de ultraprocessado não torna o alimento automaticamente prejudicial. Existem produtos industrializados com perfil nutricional adequado para uma dieta equilibrada, a exemplo de pães, iogurte natural, cereais integrais fortificados e itens à base de grãos.
Para a manutenção das funções cognitivas, os médicos recomendam a inclusão de alimentos ricos em ômega-3, como salmão, atum e nozes. Esse nutriente atua na comunicação entre neurotransmissores e está ligado a processos de memória e concentração.
Outros alimentos são indicados para a proteção cerebral. A beterraba, rica em nitratos, auxilia na circulação sanguínea, enquanto brócolis, espinafre e chicória fornecem vitamina K e ácido fólico (B9). O agrião também foi listado como fonte de nutrientes associados à saúde do cérebro.


