A irmã da cantora Dolly Parton, Stella Parton, informou nesta quarta-feira (9) que a artista manteve o diagnóstico de câncer em segredo para evitar que fãs e parte da família se preocupassem. A estrela da música country morreu no dia 25 de agosto, aos 80 anos, no Centro de Oncologia Vanderbilt-Ingram, em Nashville.
Em entrevista ao programa CBS Mornings, Stella, de 77 anos, explicou que a decisão de omitir a doença ocorreu porque a irmã não suportava negatividade. Segundo a familiar, apenas as pessoas mais próximas sabiam da condição, enquanto muitos parentes e o público foram mantidos no escuro.
A morte foi anunciada por Bryan Seaver, sobrinho da cantora, via Instagram, atendendo a um pedido feito pela própria artista anos antes. Representantes de Parton confirmaram posteriormente que o óbito foi consequência de uma breve luta contra o câncer, sem especificar o tipo da patologia.
Stella relatou que a irmã demonstrou generosidade até o fim, aceitando que a equipe médica testasse medicamentos experimentais em seu organismo para auxiliar futuros pacientes, mesmo sem esperança de cura. A cantora já enfrentava problemas renais e doenças autoimunes antes da internação final.
A artista havia sido internada no Centro de Oncologia Vanderbilt-Ingram na sexta-feira, 21 de agosto, vindo a falecer quatro dias depois. O legado de Parton inclui a doação de milhões de livros por meio da Biblioteca da Imaginação e o financiamento de pesquisas para a criação de uma vacina.
A partida da musicista gerou homenagens globais e tributos em jogos do time de futebol americano Tennessee Volunteers, equipe da cidade natal da artista. Stella afirmou que a irmã ficaria encantada com as demonstrações de carinho, pois isso traria conforto aos familiares e amigos próximos.


