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Leitura: Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia
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Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia

Sofia Castro
Última atualização: 23 de abril de 2024 09:50
Sofia Castro
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Tempo: 2 min.
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O Instituto Vladimir Herzog lançou o estudo “Fronteiras da Informação – Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia” com o objetivo de alertar a sociedade para a crescente relação entre crimes ambientais e violência contra jornalistas na região. Segundo dados da Fenaj, nos últimos dez anos, ocorreram 230 casos de violência contra a liberdade de imprensa nos estados da Amazônia Legal, com destaque para o Pará como o estado mais violento para repórteres. O assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira em 2022 foi um dos casos emblemáticos que levou o instituto a intensificar seu trabalho de proteção aos jornalistas na região.

O relatório revela que a violência contra os profissionais de imprensa na Amazônia está diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. Em 2022, ano eleitoral, o número de casos de violência mais que dobrou em relação a 2021, evidenciando um cenário preocupante. O coordenador do Instituto Vladimir Herzog ressalta a necessidade de políticas públicas de proteção, destacando a relação com atividades ilegais como garimpo, mineração e ocupação de territórios indígenas, além da ausência dessas políticas na região.

Diante do aumento da violência e da periculosidade da situação, o relatório enfatiza a importância de evitar que casos como o de Bruno e Dom se repitam, não apenas no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e no país. Além dos jornalistas e comunicadores, defensores de direitos humanos também sofrem com a violência. O Instituto Vladimir Herzog destaca a urgência de medidas e a criação de políticas de proteção para garantir a segurança e liberdade de expressão desses profissionais na região.

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