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Segurança

Relatório revela média de 12 mulheres vítimas de violência por dia no Brasil

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 07:30
Amanda Rocha
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Tempo: 3 min.
Relatório revela média de 12 mulheres vítimas de violência por dia no Brasil
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A cada 24 horas, 12 mulheres, em média, são vítimas de violência em nove estados do Brasil. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Rede de Observatórios da Segurança, que monitora a violência e segurança no país.

Os estados acompanhados são Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. O levantamento foi realizado a partir de um monitoramento diário das notícias sobre violência e segurança durante o ano de 2025.

No total, 4.558 mulheres sofreram algum tipo de violência nos locais incluídos pela pesquisa, representando um aumento de 9% em relação a 2024. O relatório também destaca um crescimento expressivo da violência sexual, com 961 registros de estupro ou violência sexual, um aumento de 56,6% em relação ao ano anterior, que contabilizou 602 casos.

Entre as vítimas, 56,5% eram meninas de 0 a 17 anos. O relatório aponta que 78,5% das violências foram cometidas por companheiros ou ex-companheiros, indicando que a maior parte dos casos ocorre dentro de relações afetivas. O estudo contabilizou 546 casos de feminicídio e sete de transfeminicídio, totalizando 1.004 mortes quando considerados homicídios, feminicídios e transfeminicídios.

A publicação também destaca a falta de informações raciais nos registros de violência na mídia. Em 86,7% dos casos, não havia identificação de raça ou cor das vítimas, dificultando a elaboração de políticas públicas direcionadas.

No recorte regional, o Amazonas apresentou que 78,4% das vítimas de violência sexual eram crianças e adolescentes. O Pará registrou um aumento de 76% nos casos de violência, o maior crescimento entre os estados monitorados. No Rio de Janeiro, 39,1% das ocorrências foram registradas na capital.

O relatório conclui que é necessário ampliar as políticas de prevenção, indo além de respostas policiais e judiciais. As recomendações incluem investimentos em educação sobre equidade de gênero nas escolas e ações para desconstruir padrões culturais que naturalizam a violência contra mulheres. Flávia Melo, autora do principal texto desta edição, comentou: “Evocar a vida, em vez da morte, em um documento estatístico que compõe um perturbador inventário das violações, cumpre o papel paradoxal e necessário de romper as ‘máscaras silenciadoras’ e de amplificar vozes de denúncia e resistência que transbordam os números.”

Para denunciar casos de violência doméstica e contra a mulher, é possível ligar para a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito disponível 24 horas por dia. O serviço também pode ser acessado pelo WhatsApp: (61) 9610-0180 e pelo e-mail [email protected]. Denúncias podem ser feitas em delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam) ou em delegacias comuns e nas Casas da Mulher Brasileira. Além disso, é possível pedir ajuda pelos números Disque 100 e 190.

TAGGED:direitos das mulheresDireitos HumanosEstuproFeminicídioFlávia MeloRede de Observatórios da Segurança
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