Advogada e influenciadora digital está presa desde quinta-feira (21) em Barueri, suspeita de lavagem de dinheiro para facção criminosa. Ela nega envolvimento e afirma ser vítima de perseguição.
A advogada e influenciadora digital escreveu uma carta da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, onde está detida, afirmando que sua prisão é resultado de perseguição e que nunca participou do crime organizado. Ela destacou que recebeu R$ 24.500 em honorários advocatícios e negou qualquer irregularidade.
A investigação que levou à prisão começou em 2019, após agentes penitenciários encontrarem bilhetes manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. Segundo o Ministério Público, uma transportadora de cargas da região foi usada para movimentar dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com repasses para contas em nome da advogada.
O Tribunal de Justiça de São Paulo negou, no domingo (24), um pedido liminar de habeas corpus feito pela defesa. A decisão foi mantida após o ministro do Supremo Tribunal Federal rejeitar pedido de prisão domiciliar, alegando ausência de ilegalidade na prisão. A defesa avalia recorrer ao Superior Tribunal de Justiça.


