A defesa da advogada e influenciadora presa na quinta-feira (21) em São Paulo afirmou a “mais absoluta inocência” e considerou as medidas “desproporcionais”. Ela é suspeita de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).
A advogada e influenciadora foi presa durante a Operação Vérnix, deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público de São Paulo. A ação cumpriu seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão, e bloqueou R$ 357,5 milhões e 39 veículos dos investigados.
Além dela, outras pessoas ligadas ao PCC foram presas ou tiveram mandados cumpridos, incluindo um operador da facção e o chefe da organização, que já cumpre pena em penitenciária federal.
Após audiência de custódia realizada de forma virtual pela Vara das Garantias de Osasco, a advogada foi transferida para a Penitenciária Feminina de Sant’Ana, na Zona Norte de São Paulo, onde permanecerá presa preventivamente.
A defesa, assinada por seis advogados, afirmou que os fatos serão esclarecidos oportunamente e contestou a proporcionalidade das medidas adotadas.


