O governo aceitou estabelecer uma transição para reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A primeira redução de duas horas ocorrerá 60 dias após a promulgação da proposta, e as últimas duas horas serão cortadas 12 meses depois, em 2027, segundo anúncio do presidente da Câmara, Hugo Motta.
O texto precisa ser aprovado na comissão especial e no plenário da Câmara, com pelo menos 308 votos em dois turnos. Depois, seguirá para o Senado, onde necessita de no mínimo 49 votos para aprovação.
A PEC também garante dois dias de folga por semana sem redução salarial, encerrando a escala 6×1. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o relator redigirá os termos e pediu celeridade ao Senado.
A comissão especial se reúne às 17h para debater o relatório do deputado Leo Prates, com votação prevista para quinta-feira, 28. A proposta é uma das bandeiras do presidente para a reeleição e será usada em campanhas políticas, incluindo a do presidente da Câmara.


