O senador brasileiro foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos nesta terça-feira (26), no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. A reunião foi breve e incluiu entrega de documentos e foto oficial, segundo membros da comitiva.
O senador chegou aos Estados Unidos na segunda-feira (25) em viagem articulada por outro parlamentar que atua politicamente no exterior e é alvo de investigação no Brasil. O encontro buscou tratar da classificação de facções como organizações terroristas e da garantia plena da liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, temas comuns entre o senador e o presidente norte-americano.
Não está claro se esses assuntos foram abordados durante o breve encontro. A reunião também teve o objetivo de desviar o foco da agenda negativa que afetou a campanha do senador nas últimas semanas, após a divulgação da proximidade dele com o dono do Banco Master, o que impactou as intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha.
Na pesquisa, o senador recuou de 35% para 31% nas simulações de primeiro turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oscilou de 38% para 40%, ampliando a vantagem para nove pontos percentuais. No segundo turno, Lula subiu para 47% e o senador caiu para 43%, abrindo vantagem de quatro pontos percentuais.


