Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo aponta risco de perda de mobilidade em homens idosos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

Estudo aponta risco de perda de mobilidade em homens idosos

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de junho de 2026 09:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da University College London constatou que homens idosos que dormem mais de nove horas por noite apresentam maior risco de perder mobilidade. A pesquisa, que acompanhou mais de três mil pessoas com mais de sessenta anos, identificou que o sono prolongado está associado à lentidão da marcha em homens.

A lentidão da marcha em pessoas idosas é um indicador de mobilidade ligado à perda de independência e ao risco de quedas, hospitalização e morte. A análise, baseada em dados do Estudo Longitudinal Inglês sobre Envelhecimento (ELSA), envolveu 1.582 homens e 1.626 mulheres com 60 anos ou mais. Os resultados indicaram que homens acima de 60 anos que dormiam mais de nove horas por noite tiveram uma redução na velocidade de caminhada de até um quarto no período de oito anos analisado.

Segundo o professor Tiago da Silva Alexandre, autor do estudo, o sono de alta quantidade, mas de baixa qualidade, compromete a liberação de testosterona, hormônio essencial para a manutenção da massa muscular em homens. Além disso, esse padrão de sono está ligado ao processo de inflamação crônica, conhecido como inflammaging, que degrada o tecido musculoesquelético.

A pesquisa também observou diferenças de gênero. Para as mulheres, não foi encontrada associação entre o padrão de sono e a mobilidade, devido ao perfil hormonal feminino, onde outros hormônios, como IGF-1 e GH, desempenham papel relevante no anabolismo muscular. Os autores reforçam que o ideal para idosos é dormir entre seis e nove horas por noite, e o padrão de sono prolongado em homens pode sugerir vulnerabilidade clínica.

TAGGED:EnvelhecimentogerontologiaMobilidaderisco-saudesaude-idososSono
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Samsung Lança Cartão Galaxy Visa com Bônus de 200 Dólares
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?