O senador Flávio Bolsonaro recusou a escolta especializada da Polícia Federal, alegando risco de infiltração de espiões em sua campanha. A recusa gerou comentários de delegados sobre a complexidade da missão de proteção de candidatos, que conta com recursos avançados da corporação.
As operações da Polícia Federal para proteção pessoal de candidatos utilizam veículos blindados, grupos táticos e monitoramento de ameaças digitais, conforme avaliações de risco. A corporação ativou, em Brasília, sala de comando e controle para acompanhar as equipes em tempo real.
O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, Edvandir Paiva, declarou que escoltar candidatos é uma missão complexa, mas a PF possui décadas de experiência. Paiva comentou que o presidenciável do PL optou por seguir sob proteção da Polícia Legislativa do Senado, que o acompanha desde 2019.
A recusa foi motivada por suspeitas de infiltração, levantadas sem provas. Paiva afirmou que o candidato deixará de contar com uma polícia preparada, que já demonstrou profissionalismo em diversas ocasiões.


