A renovação do decreto de emergência nacional de Donald Trump contra o Brasil representa ameaças, segundo avaliação de integrantes do governo. O decreto, fundamentado na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), foi renovado, mas não prevê novas tarifas.
A medida foi tomada por Donald Trump, que renovou o decreto que embasou as sanções aplicadas ao país. Contudo, a possibilidade de novas tarifas foi comprometida após decisões da Suprema Corte dos Estados Unidos, que restringiram o uso da lei para esse tipo de ação.
Apesar da ausência de novas tarifas, a renovação do decreto traz dois efeitos negativos, conforme apontado por fontes ligadas ao governo. A situação gera preocupação entre os integrantes da administração brasileira.


