Um grupo de especialistas da ONU, encarregado pelo Conselho de Direitos Humanos, recomendou a liberdade imediata do ex-presidente peruano. O relatório concluiu que a detenção ocorreu de forma “arbitrária” após o autogolpe de 7 de dezembro de 2022.
O Grupo de Trabalho sobre a Detenção Arbitrária (GTDA) da ONU trouxe o tema da possível libertação do ex-presidente para o centro da política peruana. O parecer recuperou força após a conclusão de que a prisão foi arbitrária.
A recomendação feita ao Estado peruano inclui a disposição da liberdade imediata do ex-presidente, além da concessão de reparação. O GTDA também solicitou a investigação das irregularidades detectadas durante o processo de detenção.

