Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: CNJ reúne órgãos para debater casos de grande impacto no Pará
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

CNJ reúne órgãos para debater casos de grande impacto no Pará

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 16:20
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reuniu representantes do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) e do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) para discutir processos judiciais de alta repercussão no Pará. A reunião, realizada nesta quinta-feira (20/08), visou alinhar estratégias para lidar com conflitos de grande impacto social e ambiental no estado.

O Observatório de Causas de Grande Repercussão (OCGR), órgão do CNJ e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), integra instituições para propor medidas de aperfeiçoamento da Justiça em casos complexos. A discussão envolveu temas sensíveis para a região, permitindo que magistrados, promotores e defensores públicos federais avaliassem ações conjuntas.

Entre os assuntos analisados, houve a ação civil pública sobre o aterro sanitário de Marituba, na Região Metropolitana de Belém. O desembargador Luiz Gonzaga Neto informou que o aterro passou por adequações, como a construção de uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) e de uma usina de biogás. A estrutura deve parar de operar quando novos aterros, previstos para Acará e Bujaru, entrarem em funcionamento.

A pauta também abordou a homologação da Terra Indígena Ituna/Itatá, a fiscalização do garimpo ilegal em terras indígenas, afetando os povos Munduruku e Sai Cinza, e a insegurança hídrica do Povo Xikrin do Cateté. Os municípios de Acará e Bujaru ficam a cerca de 100 quilômetros da capital paraense.

TAGGED:aterro sanitárioCNJimpacto socialjustica-paráterras-indígenastrf-1
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Drone interrompe voos e desvia aeronaves em Guarulhos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?