Cinquenta e quatro das oitenta e uma cadeiras do Senado estarão em disputa nas eleições de 2026. Dos senadores em fim de mandato, trinta e dois pretendem a reeleição. Dez parlamentares concorrem a outros cargos e doze não participam do pleito.
A renovação ocorre porque o mandato de senador dura oito anos. A composição é renovada de forma alternada: em uma eleição, são escolhidos dois senadores por Estado e pelo Distrito Federal, totalizando cinquenta e quatro. Na eleição seguinte, apenas um senador por unidade da Federação é escolhido.
Entre os parlamentares que buscam permanecer na Casa estão Carlos Portinho, de origem do Partido Liberal (PL-RJ), e Ciro Nogueira, do Partido Progressista (PP-PI). Esperidião Amin, do PP-SC, também busca a permanência, junto a Marcio Bittar, do PL-AC, e Renan Calheiros, do MDB-AL.
Alguns senadores decidiram concorrer a outros postos. Flávio Bolsonaro, do PL-RJ, disputa a Presidência da República, e Eduardo Girão, do Novo-CE, concorre à Vice-Presidência na chapa de Romeu Zema, do Novo. Marcos Rogério, do PL-RO, tenta o governo de Rondônia.
Nove senadores eleitos em 2022 podem deixar a Casa antes de 2030. Eles concorrem a governos estaduais. O grupo inclui Alan Rick, do Republicanos-AC, e Sergio Moro, do PL-PR. Além deles, doze senadores cujo mandato termina neste ano optaram por não disputar as eleições de 2026.


