A Fiscalía da Espanha manifestou oposição aos recursos apresentados pelo ex-ministro José Luis Ábalos e por seu ex-assessor, Koldo García, contra as sentenças que os condenaram a 24 anos e três meses e 19 anos e oito meses de prisão, respectivamente, em decisão do Tribunal Supremo.
O fiscal-chefe de Anticorrupção, Alejandro Luzón, afirmou que as queixas apresentadas pelos condenados “estão fadadas ao fracasso”. A posição do Ministério Público visa manter as penas impostas pela Corte máxima do país.
Víctor de Aldama, apontado como o articulador da trama, também solicitou que o Tribunal Supremo desestime a reclamação de Ábalos e García. Aldama foi condenado a quatro anos e meio de cadeia, mas não chegou a entrar em prisão.
A movimentação ocorre após a sentença que fixou os prazos de reclusão para os envolvidos no caso. A promotoria argumenta que os fundamentos dos recursos não são suficientes para alterar a decisão anterior.
As penas de 24 anos e três meses para o ex-ministro e de 19 anos e oito meses para o ex-assessor representam as condenações centrais do processo conduzido pela justiça espanhola.

