Um assessor fiscal que administrava uma gestoria na Costa del Sol foi preso sob a acusação de lavar dinheiro para organizações de narcotráfico. O homem atuava nas cidades de Marbella e Estepona, onde era recomendado entre grupos criminosos para converter receitas ilegais em patrimônio legal.
O investigado mantinha um perfil discreto e não apresentava sinais de ostentação econômica. Em sua rotina profissional, regia um escritório de contabilidade que atendia autonomos e pequenos empresários da região espanhola.
A apuração indica que o profissional era indicado entre diferentes organizações criminosas. O contato era compartilhado quando as quadrilhas precisavam de mecanismos para a lavagem de dinheiro em Marbella ou Estepona.
Segundo a imprensa local, o homem utilizava sua expertise técnica para transformar a renda proveniente do tráfico em ativos aparentemente lícitos, camuflando a origem dos recursos no sistema financeiro.
A atividade ilegal ocorria paralelamente ao atendimento de clientes comuns da região, o que permitia ao assessor fiscal operar sem atrair a atenção das autoridades por meio de gastos excessivos.


