Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Moraes vota para aceitar denúncia contra deputado que ofendeu general
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Moraes vota para aceitar denúncia contra deputado que ofendeu general

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de março de 2026 19:09
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou para aceitar a denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES). Com essa decisão, o parlamentar pode se tornar réu por ofensas dirigidas ao comandante do Exército, general Tomás Paiva.

No voto, Moraes concluiu que há elementos suficientes para a abertura de ação penal pelos crimes de injúria, difamação e calúnia. A análise ocorre no plenário virtual da Primeira Turma, onde ainda faltam votar os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

Segundo a PGR, o deputado fez ataques ao general durante discurso no plenário da Câmara dos Deputados, em novembro de 2025. Na ocasião, Gilvan chamou o comandante do Exército de “general de merda”, “frouxo” e “covarde”, além de afirmar que ele seria “cúmplice do ditador Alexandre de Moraes”.

A acusação também aponta que, dois dias depois, o parlamentar publicou nas redes sociais um vídeo com novas críticas e acusações contra o comandante da Força. Para a PGR, as declarações configuram crimes contra a honra por terem sido feitas publicamente e em razão do exercício do cargo da vítima.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A defesa do deputado argumentou ao Supremo que as falas estariam protegidas pela imunidade parlamentar prevista na Constituição, por se tratarem de manifestações políticas relacionadas ao exercício do mandato. Moraes, no entanto, afirmou que a proteção constitucional não pode ser usada como “escudo protetivo” para a prática de ofensas ou infrações penais.

Segundo o relator, as declarações atribuídas ao parlamentar extrapolam os limites do debate político e não têm relação direta com a atividade legislativa. Se a maioria do colegiado acompanhar o voto do relator, o deputado passará à condição de réu e responderá a ação penal no Supremo Tribunal Federal.

TAGGED:Alexandre de MoraesESGilvan da FederalJustiçaPolíticaProcuradoria-Geral da RepúblicaSupremo Tribunal FederalTomás Paiva
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior PSB Minas Mantém Candidatura Própria ao Governo Estadual
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?