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Justiça

‘Não é correto homenagear alguém que matou a filha’, diz Nunes sobre projeto para mudar nome da Rua Peixoto Gomide

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 10:04
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), manifestou apoio a um projeto de lei que propõe a alteração do nome da Rua Peixoto Gomide para Rua Sophia Gomide. A mudança visa reparar uma homenagem ao senador Francisco de Assis Peixoto Gomide Júnior, que assassinou sua filha, Sophia Gomide, em 1906 por não aceitar seu casamento.

A proposta integra a campanha “Feminicida não é herói”, que busca impedir homenagens públicas a autores de feminicídio na cidade. Nunes afirmou que “homenagear alguém que matou uma pessoa já não é correto, ainda mais uma filha” e que irá sancionar a lei, caso tenha respaldo legal.

A Rua Peixoto Gomide está localizada entre os bairros Bela Vista e Jardim Paulista, na região central de São Paulo. O projeto ainda precisa ser votado no plenário da Câmara Municipal.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou o projeto na quarta-feira (11). A proposta é de autoria das vereadoras Silvia Ferrraro (Bancada Feminista – PSOL) e Luna Zarattini (PT), coautora do projeto. O único voto contrário foi do vereador Lucas Pavanato (PL).

As autoras do projeto destacam que o objetivo é realizar uma reparação histórica e dar dignidade à memória de Sophia Gomide. Elas afirmaram: “Precisamos refletir sobre, e contestar, os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe”.

Além da Rua Peixoto Gomide, outras vias estão sendo consideradas para mudança de nome. Entre elas estão a Rua Moacir Piza, que pode ser renomeada para Nenê Romano, e a Rua Alberto Pires, que pode ser alterada para Dona Leonor de Camargo Cabral.

Outro projeto relacionado, que proíbe a futura denominação de ruas com nomes de pessoas que cometeram feminicídio, já foi aprovado em primeira votação na Câmara. A expectativa é que a segunda votação ocorra ainda em março e, se aprovado, o texto seguirá para sanção do prefeito Ricardo Nunes.

TAGGED:direitos das mulheresFeminicídioFrancisco de Assis Peixoto Gomide JúniorJustiçalegislaçãoLucas PavanatoLuna ZarattiniRicardo NunesRua Peixoto GomideSão PauloSilvia FerrraroSophia Gomide
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