Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Candidata negra aprovada no concurso do Itamaraty enfrenta risco de exoneração após banca de heteroidentificação
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Candidata negra aprovada no concurso do Itamaraty enfrenta risco de exoneração após banca de heteroidentificação

Rodrigo Fonseca
Última atualização: 21 de maio de 2026 12:30
Rodrigo Fonseca
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Flávia Medeiros, 29 anos, autodeclarada negra, foi aprovada no concurso para oficial de chancelaria do Palácio Itamaraty em 2024, mas corre risco de perder o cargo após banca de heteroidentificação do Cebraspe rejeitar sua autodeclaração racial e decisão judicial anular sua posse.

Flávia Medeiros foi aprovada no concurso para oficial de chancelaria do Palácio Itamaraty em 2024, mas teve sua autodeclaração racial contestada pela banca de heteroidentificação do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A banca alegou que Flávia apresentava “pele clara, cabelo lisos e traços finos”, características incompatíveis com a autodeclaração negra.

Após recurso indeferido, Flávia recorreu à Justiça Federal, que reconheceu inconsistência na decisão da banca e garantiu sua permanência no concurso e no curso de formação. Com base nessa decisão, ela tomou posse no Itamaraty.

Entretanto, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) anulou a decisão que permitia a posse, argumentando que a decisão inicial garantia apenas a permanência no concurso, não a posse. Com isso, a exoneração de Flávia deve ser publicada no Diário Oficial da União.

- Publicidade -
Ad imageAd image

A professora Kelly Quirino, da Universidade Católica de Brasília, afirmou que as bancas de heteroidentificação são necessárias para garantir a aprovação de pessoas negras, mas devem assegurar pluralidade e o direito de ampla defesa. Flávia, que se mudou de Vitória (ES) para Brasília para assumir o cargo, relatou medo e insegurança diante da incerteza do processo.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Vereador Tatá Teixeira prestigia entrega da reforma da Escola Municipal Guiomar Rosa e celebra avanços na educação de Aparecida
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?