Uma influenciadora digital presa em São Paulo negou integrar organização criminosa e afirmou ser alvo de perseguição em carta divulgada por sua irmã nesta terça-feira (26). Ela disse que está detida por R$ 24.500, valor que classificou como honorários advocatícios, e pediu para ser ouvida no processo.
A influenciadora afirmou que nunca fez parte do crime organizado e que está presa injustamente por suspeita de lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela disse que o valor de R$ 24.500, citado na investigação, foi depositado em sua conta em espécie, e não por meio da transportadora mencionada no inquérito.
Em sua carta, a influenciadora negou ter 37 empresas em seu nome, informação que, segundo ela, pode ser confirmada na Junta Comercial. Ela também afirmou que não foi chamada para prestar esclarecimentos durante a apuração e que foi presa sem oportunidade de explicar os fatos, tendo sido acordada com um fuzil apontado para o rosto em sua casa.
O texto foi publicado nas redes sociais pela irmã da influenciadora, que pediu orações e apoio para enfrentar o processo. A influenciadora se definiu como mãe, empresária e advogada, e afirmou que seguirá acreditando na justiça.


