A semana de junho foi marcada por relatos de brutalidade, desatenção e abandono no contexto da proteção à infância no Brasil e no mundo. O período evidenciou o oposto do cuidado, contrariando o princípio de que a educação infantil exige a participação de toda a comunidade.
O provérbio africano citado aponta que a garantia de vida digna para crianças e adolescentes depende de uma atribuição compartilhada entre família, comunidade, escola e Estado. Essa responsabilidade visa assegurar condições saudáveis e confortáveis para meninas e meninos.
No limiar de junho, observou-se um quadro de revitimização e negligência. Os fatos apresentados indicam um cenário de falhas no sistema de amparo, onde a brutalidade e o abandono se tornaram visíveis.

