Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Defesa de Monique sustenta validade do perdão judicial
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Defesa de Monique sustenta validade do perdão judicial

Carla Fernandes
Última atualização: 6 de junho de 2026 17:54
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A defesa de Monique Medeiros, mãe de um menino falecido em 2021, afirmou que não há base jurídica para reformar a sentença que concedeu perdão judicial à ex-professora. O posicionamento ocorre após o Ministério Público do Rio anunciar recurso contra a decisão da juíza Elizabeth Louro, que concedeu o benefício após a desclassificação do crime.

Os advogados de Monique sustentaram que a Constituição Federal assegura a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri. Segundo a defesa, a decisão foi proferida após ampla instrução processual e observância do contraditório, o que lhe confere elevada força constitucional. A nota jurídica acrescentou que o perdão judicial possui previsão expressa no ordenamento brasileiro.

O Ministério Público, por sua vez, anunciou que recorrerá da sentença. O promotor Fábio Vieira dos Santos alegou que o julgamento foi contaminado por uma irregularidade na votação dos quesitos. Ele contestou uma pergunta feita aos jurados sobre se a omissão de Monique teria sido dolosa, o que, segundo ele, alterou o resultado do julgamento.

A juíza reconheceu que a pergunta estava mal formulada e determinou a repetição da votação. A defesa de Monique, representada por Hugo Novais, afirmou que a decisão observou os limites constitucionais e que o sistema recursal brasileiro deve ser acionado, mantendo confiança no Judiciário.

TAGGED:caso henry boreldireito penalMonique Medeirosperdão-judicialrecurso-mpTribunal do Júri
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Música de Jeninho viraliza após mudança de nome
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?