O senador Flávio Bolsonaro defendeu a adoção da castração química para condenados por estupro e abuso sexual de crianças nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026. A medida faz parte do plano de segurança pública “Brasil sem Medo”, apresentado em São Paulo, junto a outros pré-candidatos.
A proposta visa aplicar a castração química a criminosos condenados por crimes sexuais. O congressista afirmou que “criminoso que destrói a vida de mulheres e crianças não merece privilégio nem complacência do Estado”. Ele declarou que quem comete esse tipo de crime perde o direito a tolerância estatal e deve enfrentar punições mais duras permitidas pela lei.
Além da castração química, o plano de 12 medidas prevê a construção de 5 novos presídios federais, seguindo um modelo de encarceramento adotado em El Salvador. As unidades seriam destinadas ao isolamento de chefes de facções e presos de alta periculosidade.
Outras ações propostas incluem enquadrar facções como organizações narcoterroristas, reduzir a maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos e implantar sistema nacional de reconhecimento facial. O senador também criticou o governo federal, associando-o a leniência com a criminalidade, crítica que foi repetida pelos parceiros na apresentação.

