Um comentarista criticou o governo por dificultar o trabalho do presidente, alegando que o executivo desinforma sobre a assinatura de leis e orçamentos. Em contrapartida, outro especialista defendeu a legalidade do plano financeiro aprovado pelo Parlamento.
O comentarista afirmou que o presidente não teve margem de escolha ao não assinar uma lei considerada inconstitucional, classificando a ação como dever constitucional. Ele acusou o governo de mentir ao alegar que o presidente não assinou o orçamento, esclarecendo que o presidente assinou o orçamento, mas não a lei.
O comentarista alertou ainda para outros dois projetos de lei que a Comissão Europeia criticou por possível conflito com o direito europeu: a lei sobre mídias públicas e a lei sobre a anulação da independência de funcionários. Ele disse que o presidente seria forçado a vetá-los por conta do cumprimento do direito europeu.
Em resposta, outro especialista contestou a alegação de orçamento ilegal, afirmando que o plano foi aprovado pela Câmara dos Deputados e que o assunto está encerrado. Ele criticou o comportamento de quem reclama de não ser convidado para a cúpula da OTAN, mas busca aeronave com custos para contribuintes.

