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Cotidiano

Estudo aponta que altas doses de vitamina D podem reduzir risco de demência

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 16:06
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Adultos com distúrbios do sono e comprometimento cognitivo leve apresentaram melhor função cerebral ao tomar suplementos de vitamina D em dose alta, segundo um estudo recente. A pesquisa sugere que o micronutriente auxilia na prevenção da demência.

Os participantes que receberam suplementação com cinco mil UI de vitamina D, considerada alta dose, pontuaram 13% a mais no Teste de Avaliação Cognitiva de Montreal (MoCA) comparados aos que não tomaram. A hipótese dos pesquisadores baseia-se no papel da vitamina D no sistema nervoso e na influência dela sobre os ciclos de sono.

Victoria Pak, autora sênior do estudo e professora associada da Universidade Emory, afirmou que o comprometimento cognitivo leve representa um estágio intermediário entre o envelhecimento normal e a demência. Ela disse que isso configura uma janela importante para intervenção quando as alterações cognitivas começam a surgir.

A investigação também constatou que a forma da vitamina D não alterou o desempenho cognitivo. Tanto a D2, derivada de plantas ou fungos, quanto a D3, obtida pela exposição solar ou alimentos de origem animal, mostraram eficácia. A conclusão dos pesquisadores aponta para a importância de identificar fatores modificáveis, como a ingestão do suplemento, nos estágios iniciais do declínio cognitivo.

TAGGED:cogniçãodemênciaEnvelhecimentosaude-cerebralsuplementaçãovitamina D
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