Um estrategista sênior ligado à antiga Casa Branca de Barack Obama classificou o ataque do senador Jon Ossoff a uma assessora do presidente Donald Trump como “desnecessário”. O político de Geórgia ganhou destaque ao criticar Trump durante campanha, citando a guerra no Irã e o uso de recursos do país.
Ossoff direcionou suas críticas ao presidente, mencionando o envio de navios ao Oriente Médio e a suposta inação do mandatário. Em um momento da campanha, ele também mencionou a assessora executiva de Trump, Natalie Harp, ao falar sobre atividades do presidente.
David Axelrod, figura chave na eleição de Obama, defendeu os ataques anteriores de Ossoff, mas alertou que a menção a Harp foi gratuita. Segundo Axelrod, o trecho gerou grande visibilidade, mas desviou o foco da mensagem principal.
O oponente de Ossoff, o deputado Mike Collins, concordou com Axelrod em uma declaração. Collins afirmou que atacar uma funcionária jovem apenas para obter apoio político é indesejável para um senador dos Estados Unidos.
Outros apoiadores de Ossoff discordaram, defendendo que a crítica era inteligente e necessária diante da mudança no cenário político. Ossoff, por sua vez, respondeu às críticas, afirmando que as funcionárias da Casa Branca são agentes públicos pagos por impostos.


