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Sedentarismo afeta metabolismo, coração e saúde mental, alerta especialista

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O sedentarismo é um problema crescente no Brasil, onde cerca de 47% dos adultos não praticam atividades físicas. A situação é ainda mais crítica entre os jovens, com aproximadamente 84% não atingindo níveis adequados de atividade física.

A falta de movimento impacta diretamente o metabolismo, resultando em redução do gasto energético e piora do controle glicêmico. Além disso, o sedentarismo está associado a condições como resistência à insulina e aumento da inflamação sistêmica, fatores que contribuem para doenças cardiovasculares e metabólicas.

Estudos mostram que indivíduos fisicamente inativos têm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. A saúde mental também é afetada, pois a prática regular de atividade física está ligada à redução de sintomas de ansiedade e depressão.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana para adultos, o que pode ser alcançado com 30 minutos de exercício em cinco dias. Caminhadas, ciclismo e danças são algumas das atividades que trazem benefícios significativos.

O Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, celebrado em 10 de março, destaca a importância do movimento como uma necessidade biológica. A prática regular de atividade física é uma das melhores maneiras de preservar a saúde metabólica e melhorar a qualidade de vida.

“”O movimento não é apenas uma escolha de estilo de vida – ele é uma necessidade biológica”, afirma o médico do esporte Rafael Rivas Pasco.”

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