A Câmara dos Deputados debaterá a extinção da jornada 6×1 e avançará em projeto que criminaliza a misoginia nesta terça-feira, 16. O governo federal mantém a urgência de um projeto de lei que propõe escala diferente da PEC aprovada, buscando pressão no Senado.
O relatório atualizado, apresentado por um deputado a líderes partidários, deve incluir a previsão de duas folgas semanais sem redução salarial. O texto também prevê uma transição de 14 meses para reduzir a carga horária semanal de 44 para 40 horas, conforme o parecer.
Em outra frente, a relatora Tabata Amaral deve apresentar parecer sobre o projeto de lei que criminaliza a misoginia. O texto define o termo como “a prática, a indução ou a incitação de menosprezo ou discriminação contra a mulher, que promova violência, negue sua igualdade de direitos ou ofenda sua dignidade, em razão da condição de mulher”.
A expectativa entre deputados governistas e do centrão é de fácil aprovação para o projeto de trabalho, que exige apenas maioria simples. O presidente da Câmara busca destravar a votação para permitir o avanço de outras deliberações.

